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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Mas não o vê.

O drama retroalimentado pelas suas visões infernais
O mundo em chamas apenas em sua mente.
Não vê que suas mãos talham seu destino que lhe parece cruel
Os infortúnios deixados por outros, são de sua própria maquinação
e as sombras que encobrem tem leito são as suas!
Forjando sua falsa doença
a catástrofe em sua vida é seu alimento
seu drama diário, seu delicioso tormento.
São fantasias bem articuladas de um seio que deseja acolhimento
suas sombrias tendências não tem explicação.
Engolida pelo vortex de sua própria contradição
destrói moinhos de ventos quixotescamente
e não se desilude de sua condição medíocre.
Implora o auxílio, mas ainda tem forças
suga as forças do outro com seus lamentos sombrios
Assombra a calma de um pobre coitado
com seus relatos de dor
de sua própria fantasia
e sufoca a todos com sua falsa agonia
Luta e geme em seus profundos delírios

um terreno esencantado profundo e distante
Sonhos infantis ocultos a noite a espreita de um intante
ansia de satisfazer os desejos pueris de um coração infame
esfaqueia a si mesma e bebe de seu própio sangue.

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